RROCHA lança o primeiro capítulo de seu álbum visual

RROCHA apresenta o primeiro capítulo em filme de seu trabalho Conterrâneos Estrangeiros, com previsão de lançamento completo no primeiro semestre de 2021.

Com o primeiro single RUA, ele desvendou uma parte dessa timeline através da letra da canção e de um lyric video de impacto. Agora é a vez da música ganhar o seu registro visual através de um filme que chega numa narrativa nada linear.

RUA é o terceiro capítulo dessa história contada no projeto solo de Rafael Rocha, concebido através de uma experiência pessoal, digerida e transformada neste trabalho que apresenta as mais variadas camadas e densidades que compõem o artista RROCHA. Um universo imagético e musical criado num mergulho profundo em si mesmo num período de três anos da sua vida. Um projeto baseado completamente em suas experiências e vivência, no qual ele expõe suas fragilidades, num olhar de dentro pra fora que se transforma em arte.

Na faixa, como a própria letra diz, o peso de não caber em si o liberta e o leva para uma volta na rua. E mesmo sem se encontrar, já faz melhorar.

“Para criar esse universo, deixei chover dentro e fora de mim. Sinceramente, não importa aonde eu consiga chegar. Sei que o resultado tem muito mais a ver com o percorrer do caminho do que com a chegada propriamente dita. Sei também da importância de falar sobre o tema, desse legado silencioso, mesmo que singelo, na força da mensagem. Busco assim ser mais do todo, estar presente no aqui e no agora e ter na arte a minha cura, usar a hipersensibilidade e jogá-la a meu favor. Reconheço essa mera tentativa de me inserir nessa grande narrativa que está acontecendo à minha frente, espalhada em diversas linhas do tempo, disfarçadas de conteúdo simples que você passa para baixo até a próxima representação de bem-estar. É isso mesmo, afinal de contas somos todos sonhadores e trazemos nossos sonhos conosco; percebendo ou não eles estão ali, prontos para nos lembrar do que nos une, do que nos faz estar vivos”, pontua RROCHA.

Filmado em Pelotas (RS) e dirigido pelo próprio artista e Antônio Torriani, o registro audiovisual já começa a discorrer essa narrativa onírica que permeia seu trabalho e que vai muito além de um disco, se revelando aos poucos em imagens, depoimentos, mais filmes como estes em capítulos (não lineares) e que resulta em um livro.

Nas redes sociais dá para acompanhar cada passo de Conterrâneos Estrangeiros, seja através dos bastidores, depoimentos ou fotos que também irão compor o livro.

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